Economia Solidária



Experiências de Referência

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Websites” de interesse - temáticas: ‘economia solidária’; ‘economia social’; ‘organizações da economia social e solidária; ‘empreendedorismo inclusivo’; 'empreendedorismo social’

AÇORES

Associação Centro de Estudos de Economia Solidária do Atlântico - http://www.aceesa-atlantico.org/ (constitui-se com a ideia do aprofundamento teórico, prático e formativo das experiências e dos saberes existentes na área da economia solidária. É a entidade responsável pela edição da Revista de Economia Solidária).

NACIONAL

Rede Portuguesa de Economia Solidária - http://www.redpes.pt/ (agrega um conjunto de organizações, grupos informais e pessoas individuais, que se identificam com o conceito e as práticas de Economia Solidária e que em conjunto pretendem contribuir para a sua reflexão, aprofundamento e consolidação - “laboratório de práticas económicas alternativas”).

Ecosol/CES - http://www.ces.uc.pt/pt/ces/ecosol (grupo de estudos sobre economia solidária que reúne estudantes e investigadores interessados em debater questões relativas aos múltiplos aspetos e temáticas do campo da Economia Solidária: cooperativas de produção, serviço ou consumo, agrupamentos de agricultura familiar, empresas autogestionárias, clubes de troca e moedas sociais, etc.).

Centro Internacional de Pesquisa e Informação sobre Economia Pública, Social e Cooperativa/ Portugal - http://www.ciriecportugal.org/ (funciona como uma organização científica internacional, não governamental, trabalhando nas temáticas relacionadas com os setores e as atividades que tem por finalidade “servir o interesse geral”: ação dos poderes públicos em matéria económica; serviços públicos, empresas públicas e entidades de economia social (cooperativas, mutualidades, associações, etc.)).

Ashoca - https://www.ashoka.org/pt-br (Movimento que intenta a que todas as pessoas possam ser agentes de “transformação social positiva”. O seu trabalho foca-se em 4 áreas estratégicas: ‘empreendedorismo social’ (assentando numa rede internacional de empreendedores sociais); ‘empatia’; ‘liderança juvenil’; ‘equipas de equipas’).

INTERNACIONAL

EMES European Research Network - http://www.emes.net (a Rede funciona com o objetivo central de: “construir conhecimento sobre a economia social e o empreendedorismo social na Europa”. Estuda as “organizações do terceiro sector” - integrando aqui as designações de ‘economia social’, ‘economia solidária’, ‘sector não lucrativo’, ‘organizações de voluntariado’ e ‘empresas sociais’).

Community of Practice on Inclusive Entrepreneurship - http://www.cop-ie.eu/ (funciona como uma rede de aprendizagens entre organizações e pessoas cujo domínio temático de interesse é o empreendedorismo inclusivo, focalizando-se na apresentação de possibilidades e soluções para o seu estímulo e efetiva concretização local pelas pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconómica)


Autor: AGECTA - Agência para a Coesão Territorial, CRL; KAIRÓS - Cooperativa de Incubação de Iniciativas de Economia Solidária, CRL
 
Estudo Sobre o 'Empreendedorismo Inclusivo' e a Medida Microcrédito na Região Autónoma dos Açores (85 pags.; Português)

A insuficiência do crescimento económico e a diminuição da componente emprego do crescimento restringem cada vez mais as oportunidades de emprego. Mas se aumenta a relevância do emprego em PME, esse peso crescente de microempresas e pequenas empresas no emprego não ocorre por crescimento homogéneo no conjunto das empresas. Apenas algumas empresas se expandem de forma significativa. É através da nova iniciativa empresarial que o principal contributo destas empresas para o emprego se faz sentir. De qualquer forma, a realidade aconselha entender que o alargamento de oportunidades de emprego seja associado tanto à iniciativa empresarial dos próprios (desempregados) como ao trabalho por conta de outrem. O Estudo destacado ajuda na clarificação do conceito de ‘empreendedorismo inclusivo’, em contraposto ao de empreendedorismo ‘convencional’, e de como, no contexto açoriano, os incentivos públicos por via da medida Microcrédito têm vindo a possibilitar a promoção do empreendedorismo daqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconómica (contribuindo assim em 2 sentidos complementares: ‘criação de autoemprego’ e apoio à ‘inclusão socioprofissional’).

http://www.cresacor.pt/pt/


Autor: CRESAÇOR/ Cooperativa Regional de Economia Solidária, CRL, 2014
Consolidação, Visibilidade e Reconhecimento - Para Uma Economia Social Organizada, Eficaz e Sustentável (56 pags.; Português)

Uma das formas de compreender o que é a ‘economia social’ (e solidária) é olhar para as características particulares dos tipos de Organizações que se constituem no seu âmago, e por essa via intentar conhecer o propósito das suas missões e da específica natureza das iniciativas que desenvolvem, sem esquecer que as mesmas não estão imunes às mudanças ocorridas no espaço – contexto - em que se situam (as organizações da ‘economia social e solidária’, como outras, não são um dado mas uma construção (social) ou um processo em construção permanente, dependente, quer das interações estabelecidas entre as suas várias “partes interessadas”, quer da cultura prevalecente na sociedade onde se encontram inseridas). Este é um dos “pontos” de interesse que a leitura da Brochura em destaque nos fornece – apresentação (e análise diagnóstica – problemas e estratégias) das 6 Parcerias de Desenvolvimento EQUAL/ do Grupo Temático “Economia Social”. Salienta-se ainda um segundo: retrospetiva “internacional” a “propósito das recentes tendências referentes à ‘estrutura interna do 3º Sector' e, por outro, ao ‘relacionamento entre este, o Estado e a administração pública’”.

http://www.ces.uc.pt/projectos/pis/?page_id=129


Autor: Grupo Temático "Economia Social" da Iniciativa Comunitária EQUAL (Alberto Melo), 2005
Estudo de Avaliação Prospectiva do Microempreendedorismo em Portugal (303 pags.; Português)

Cada vez mais o acesso ao emprego se torna dependente de novo emprego e cada vez mais novo emprego depende da nova iniciativa empresarial. O autoemprego e a criação de microiniciativas empresariais constituem uma oportunidade a explorar. O acesso a capital constitui um obstáculo óbvio, ainda que antes do acesso ao financiamento se devam colocar também outras questões a merecer atenção (animação da ‘mudança de atitudes e comportamentos’, adequação da ‘estratégia empresarial e organização da comercialização’, etc.). Mas o impulso empreendedor (i.e., para a constituição de iniciativas empresariais formais), com ou sem garantias de acesso a capital, não é, no entanto, conforme ilustra o Estudo em referência de fácil concretização, e em particular para os (micro)empreendedores (são analisados 70 microempreendimentos nacionais  - bem, menos e não bem sucedidos). É feito também, em termos latos, enquadramento teórico do conceito de ‘(micro)empreendedorismo’ (em destaque a noção de ‘empreendedorismo social’ e em correlação a de ‘empreendedorismo económico solidário’) e a apresentação de ‘boas práticas’ na Europa no apoio ao Microempreendedorismo.

http://www.cases.pt/


Autor: INSCOOP/ Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo (coord. Manuel Canaveira Campos), 2007
Kairós pelos caminhos da Inovação Social (1 e 2) (2 pags.; Português)

Desde meados dos anos 90 do século XX, até ao presente, que a Cooperativa Kairós é promotora de significativo número de iniciativas e atividades na esfera da 'economia social e solidária', pelo que dirigindo-se ao longo dos anos a múltiplas “partes interessadas”. Recentemente considerou importante comunicar ("para fora"), de modo o mais “lato” possível, a sua vasta ação e intervenção de proximidade. Estabelece parceria com o Jornal Açoriano Oriental e então, desde novembro 2015, em edição quinzenal, apresenta a página Movimento Kairós - descreve atividades, iniciativas, serviços, histórias e testemunhos, bem como expõe artigos de opinião escritos quer por especialistas de diferentes áreas do conhecimento científico, quer pelos seus próprios colaboradores. Nas páginas em seleção, será possível conhecer-se 2 artigos de continuidade de um mesmo autor, que coloca a economia solidária, na versão da Macaronésia, como uma “economia inovadora” na lógica da sua perspetiva de ‘inovação social’, e nesse caminho o importante papel que a Kairós tem vindo a ser capaz de protagonizar.


Autor: KAIRÓS/ Cooperativa de Incubação de Iniciativas de Economia Solidária (Rogério Roque Amaro), 2016 (Página Movimento Kairós, e Jornal Açoriano Oriental)
Defining the Nonprofit Sector: Portugal (44 pags.; Inglês)

O Estudo desenvolvido sobre a coordenação de Raquel Campos Franco segue a linha da abordagem “americana” a que o Projeto Johns Hopkins dá corpo - perspetiva comparativa do “Sector Não Lucrativo”, lançada no início dos anos 90 a uma escala internacional, abrangendo um conjunto de países, nos quais Portugal se integra, e que deixa de fora algumas das Organizações comumente entendidas na Europa como fazendo parte do “sector” da ‘economia social e solidária’, ao centrar-se no critério da “não redistribuição de lucros” (nas suas análises, e no caso português, não são incluídos alguns ramos cooperativos, bem como as mutualidades). Na oportunidade da seleção deste Estudo encontra-se o interesse pela contextualização histórica feita ao “Sector Não lucrativo” português, a partir do seu enquadramento em 5 grandes períodos, desde a fundação do Estado-Nação (séc. XII) até ao pós-25 de Abril de 1974, sendo ao seu longo então enfatizadas as suas mais significativas “expressões organizacionais”.

https://www.jhu.edu/


Autor: Raquel Campos Franco, 2005 (Working Papers of The Johns Hopkins Comparative Nonprofit Sector Project)
Estudo de Avaliação do Sistema do Microcrédito em Portugal (87 pags.; Português)

Nas sociedades Europeias a dependência mercantil na satisfação de necessidades (guarda de crianças, acesso a cuidados médicos, etc.) e a acentuada interpretação subjetiva dessa insatisfação como ausência de consumo, a par da diminuição da presença do Estado na redistribuição de rendimentos e na proteção social na realização de direitos sociais, faz do acesso ao emprego o meio (quase) exclusivo da materialização dessa satisfação, pelo que o colocando (emprego) como a única via para o acesso a recursos monetários. Neste contexto, a possibilidade do alargamento de oportunidades no acesso ao emprego, por exemplo, pelo esforço empresarial dos próprios desempregados (longa duração, jovens recém licenciados, etc.), ganha contornos de panaceia e assim nesse registo é mister conhecer-se o impacto das medidas como a do Microcrédito para o aumento do rendimento líquido dos seus beneficiários. É então esse o propósito central do Estudo apenso que se focaliza no impacto do sistema do microcrédito em Portugal enquanto “instrumento de luta contra a pobreza e o desemprego”.


Autor: Universidade Católica Portuguesa - Faculdade de Economia e Gestão - Centro de Estudos de Gestão e Economia Aplicada (coord. Américo Mendes) e Quaternaire Portugal, 2007
ARCHE-NOAH (10 min.; Alemão)

O Vídeo em destaque apresenta-nos o trabalho desenvolvido pela Associação Arche-Noah que procura promover a biodiversidade na região de Krems, Áustria, através da preservação de culturas tradicionais. A Associação intenta contrariar os efeitos da industrialização da agricultura e contribuir para a produção de alimentos saudáveis tendo em conta as transformações associadas às alterações climáticas. A comunidade está envolvida na constituição e preservação de um banco de sementes que assegura a produção quer para autoconsumo quer para o mercado, como por exemplo através da venda de produtos agroalimentares em feiras locais. A Associação foi criada em 1990 e conta com 13.000 membros. 

(https://www.arche-noah.at)


Autor: Associação ARCHE NOAH (Áustria)
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