Cultura, Identidade e Criatividade



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Cultural Heritage as Assets for Community Development (21 pags.; Inglês)

Autor: Rhys Evans

(proposta) To link and explore the possibilities for sustainable community development through the development of cultural heritage ‘assets’ (‘assets’ are the things that can be used for development) – Cultural heritage ‘assets’ are often ‘collectivily owned’ in na informal way, especially intagible cultural heritage such as knowledge and narrative. The purpose of this analysis is to link these two in order to create new opportunities for smaller rural communities to employ local cultural and/or natural heritage as the fulcrum of local economic development.


Autor: Rhys Evans, s/d (Norwegian University College of Agriculture and Rural Development - HLB)
O Território na Constituição da República Portuguesa (1976-2005): Dos preceitos fundadores às políticas de território do futuro (12 pags.; Português)

Autor: João Ferrão

Este texto analisa a relação território – Constituição da República Portuguesa (CRP) a partir de três questões: (i) de que forma é o “território” considerado na versão originária da CRP (1976)?; (ii) qual a evolução ocorrida desde então até à versão em vigor em 2016 (aprovada em 2005)?; (iii) em que medida condiciona a atual CRP a formulação e execução de uma nova geração de políticas de território? A comparação das versões de 1976 e 2005 da Constituição permite identificar nove alterações mais relevantes, com destaque para a crescente “europeização” de princípios e conceitos e para a emergência do ordenamento do território como política pública autónoma. A Constituição em vigor, apesar de algumas limitações, não parece constituir um obstáculo à formulação de uma nova geração de políticas de território mais eficientes, democráticas e justas, embora a atual organização político-administrativa condicione a participação das várias entidades públicas no desenho e implementação dessas políticas.


Autor: João Ferrão, 2016 (Revista Sociologia, Problemas e Práticas, número especial)
The 1975 Dag Hammarskjold Report - What Now Another Development (132 pags.; Inglês)

Autor: Ciaris-CT

O Estudo – sobre o “Desenvolvimento e a Cooperação Internacional” – foi preparado pela Dag Hammarskjold Foundation por ocasião da 17ª Sessão Especial da Assembleia Geral das Nações Unidas (1 a 12 de setembro de 1975), no âmbito da tomada de consciência da existência de uma significativa crise internacional, nos domínios do “desenvolvimento”, das “relações económicas e internacionais” (ex. fome, energia, população, meio-ambiente, etc.), seja a mesma vista na ótica dos países do “3º Mundo” ou de outros países como os habitualmente designados “países industrializados”. O Estudo considera que o maior problema se situa na existência de um sistema de relações económicas desiguais estabelecido entre um conjunto diminuto de países “dominantes” em relação a um superlativo número de países “dominados”. Neste contexto, avança com a proposta da necessidade de se repensar o quadro geral do “Desenvolvimento” (na base de uma reorientação do modelo atual das relações internacionais entre os países e do próprio sistema de funcionamento das Nações Unidas) – “Another Development”: “desenvolvimento de todos os homens e mulheres (e não apenas de crescimento, por exemplo, económico, já que este deverá ser entendido como meio para o cumprimento da satisfação das necessidade básicas da maioria da população)”; “desenvolvimento como forma de assegurar a satisfação das necessidades humanas de tipo: ‘expressivas’; ‘criativas’; ‘convivialidade’; etc.; “o desenvolvimento é integral (cultural, social, ambiental, relacional, educacional, produtivo, etc.)”; “o desenvolvimento é ‘endógeno’”; etc.


Autor: Dag Hammarskjold Foundation, 1975 (Suécia)
Local Development in Europe: Assessment and prospects after the economic crisis (6 pags.; Inglês)

Autor: Marjorie Jouen

(as reflexões apresentadas no texto em anexo baseiam-se num estudo conduzido por vários especialistas, sob a coordenação de Marjorie Jouen, a pedido da Comissão Europeia, entre 2009-2010) (introdução) For nearly 20 years, local development has featured among the multitude of instruments of Europe’s cohesion policy. Seen by some as the leading edge of a post-industrial economy, by others as irrelevante and unrealistic, it has in fact been one cause of the unexpected renaissance of certain declining regions. Successfully promoted in the 1990s, local development became somewhat forgotten at the turn of the century, with attention turning to competitiveness as a response to the challenge of the knowledge economy and globalisation. Since mid-2008, the idea of proximity has re-emerged in response to the prospect of a long period of economic uncertainty aggravated by major environmental and energy-related challenges. It was in this context that the conclusion of the European Commission’s 5th Cohesion Report higlighted local development as a potential use for structural funds. Local development has the capacity to strengthen cohesion within certain urban areas, social groups and peripheral regions, and to further achieve the objectives of the Europe 2020 strategy.


Autor: Marjorie Jouen, 2011 (Policy Brief, n.º21, Notre Europe - Instituto Jacques Delors)
Local Development in Fragile Areas: Re-territorialization Processes in an Alpine Community (26 pags.; Inglês)

Autor: Bruno Zanon

[O artigo em anexo] focuses on the relationships between social networks and spatial organization in view of the activation of local development in ‘fragile areas’, which are territories characterized by geographical, economic and social weaknesses. Territory is considered in its multidimensional complexity in regard to natural and human-made features, phenomena of a physical kind (environment, settlements and infrastructure) and others of imaterial nature (knowledge, social relationships and imagery) relating to local societies. The methodological proposal stresses the role of social capital (and of the connected one of territorial capital) in activating local development paths. Local development and re-territorialization processes can take place when organizational and operational proposals – which devise a future for the community – are put forward, taking advantage of the endowment of social capital and at the same time enhancing it. A case study is developed on a ressurgente community in an Alpine region, comparing the development path recently activated with those of two territories (a specialized agricultural area, and a tourism system) whose successful experiences are based on spatially located social networks.


Autor: Bruno Zanon, 2014 (International Planning Studies)
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