Animação Territorial



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Social Experimentation in Europe: towards a more complete and effective range of the EU actions for social innovation (31 pags.; Inglês)

Autor: Marjorie Jouen

Social experimentations are arausing growing interest among public decision-makers, both in Member States anda the European level. However, this new technique raises questions over implementation and follow-up, its validity and added value in diferente national and regional socioeconomic contexts.


Autor: Marjorie Jouen, 2008 (Studies & Research, n.º66, Notre Europe - Instituto Jacques Delors)
Inovação Social e Animação Territorial: contributos da Iniciativa Comunitária Equal em Portugal (16 pags.; Português)

Autor: José Manuel Henriques

A iniciativa local e as condições organizacionais e institucionais de autossustentação da ação situam-se no centro da reflexão sobre a articulação territorial das políticas públicas para o emprego e sobre as formas de governança local que melhor possam contribuir para a melhoria dos seus resultados. Mas, este tipo de iniciativa não tende a emergir “espontaneamente”. A sua “não-emergência” pode ser entendida como a consequência de processos de “desintegração territorial” que concorrem para a desestruturação económica e socioinstitucional das comunidades locais. A “animação territorial” visa facilitar a emergência de iniciativas e a autossustentação da ação orientada para a “reversão” desses processos contribuindo para o alargamento de possibilidades de integração social e económica, de acesso ao emprego e de promoção da cidadania. O projeto Anim@Te procurou contribuir para o enriquecimento da ação de “animação territorial”. Teve a sua origem numa rede temática que se desenvolveu ao longo da 2ª fase da Iniciativa Comunitária Equal. A experiência dos projetos representados nessa rede temática conjugados com a experiência do projeto Anim@Te focalizada na disseminação e no mainstreaming de resultados “transversais” a esses projetos permitiu experimentar um “Modelo Anim@Te” de “animação territorial” em que convergem três perspetivas distintas: um modelo de análise de processos de “desintegração territorial” e do sentido da iniciativa local na sua “reversão” dependentes da especificidade de cada contexto territorial; um modelo de ação experimental para a inovação social relacionando novas formas de governança com estratégias de ação substantiva; e um modelo de aprendizagem e capacitação para a ação e para o mainstreaming de resultados da Iniciativa Comunitária Equal.


Autor: José Manuel Henriques, 2009 (Cadernos Sociedade e Trabalho, n.º12)
Avaliação em programas experimentais: perspectivas da «avaliação realista» (8 pags.; Português)

Autor: José Manuel Henriques

As experiências de avaliação em programas experimentais com base em metodologias convencionais têm vindo a ser acompanhadas por uma insatisfação crescente. A procura de alternativas vai mobilizando cada vez mais esforços e a promoção da inovação coloca desafios específicos aos processos de avaliação. A «avaliação realista» constitui uma proposta de superação dessa insatisfação. A perspetiva que aqui se apresenta radica na experiência de avaliação no contexto de programas experimentais por parte do autor destas linhas. Trata-se de uma experiência que começou por se traduzir na tentativa de incorporação de alguns procedimentos de ordem epistemológica e metodológica tendo como referência o trabalho de Andrew Sayer no domínio do realismo «crítico». A experiência então desenvolvida serve de referência pessoal para o desenvolvimento da perspetiva [enunciada no texto anexo].


Autor: José Manuel Henriques, 2003 (Cadernos de Estudos Africanos, n.º4)
Da Ação à Colaboração Reflexiva em Comunidades de Prática (14 pags.; Português)

Autores: Jader Sousa-Silva e Eduardo Davel

A reflexividade que ocorre durante os processos de aprendizagem em comunidades de prática constituiu o foco deste artigo. Seu objetivo é descrever o papel que a reflexividade desempenha em ambientes marcados por interações sociais e pelo intercâmbio de experiências conectadas a uma prática. No plano teórico, adota-se a abordagem socio-prática da aprendizagem organizacional. No plano metodológico, realiza-se um estudo de quatro casos de organizações de ensino superior com base em entrevistas semiestruturadas e observações sistemáticas. Os resultados permitem desenvolver o conceito de colaboração reflexiva, discutindo a sua importância na promoção de ideias inovadoras sobre uma prática, intensificando, consequentemente, a aprendizagem e a geração de novos conhecimentos.


Autor: Jader Sousa-Silva e Eduardo Davel, 2007 (Revista de Administração de Empresas, Vol. 47, n.º3 - Fundação Getulio Vargas)
A aprendizagem acontece na interação, entre a pessoa e o mundo social (6 pags.; Português)

Autor: Ciaris-Ct

Na Entrevista em anexo Etienne Wenger aborda o conceito de CoP’s – Comunidades de Pratica, colocando-as como um mecanismo de aprendizagem (ao longo da vida), não necessariamente formal, que ocorre por meio da interação entre as pessoas e os respetivos contextos (social, organizacional, etc.) onde as mesmas se integram, sendo que a sua facilitação não acontece apenas pela via presencial mas igualmente virtual (Web). Entre outros domínios da Vida, Wenger aborda as CoP’s na perspetiva das empresas/ organizações e de como estas podem, nesse âmbito, serem incentivadas/ implementadas.


Autor: Etienne Wenger, 2008 (Revista Aprender ao Longo da Vida)
Partilha de Experiências e Saberes - Debate Comunidades de Prática (4 pags.; Português)

Autor: Manuela Garcia

É nas relações sociais que o individuo aprende e molda a sua identidade. Na partilha de gostos e paixões comuns, desenvolve rotinas, mantém o interesse por aprender sobre essas matérias. Esses grupos chamam-se Comunidades de Prática. Todos pertencemos a mais do que uma, mesmo sem nos apercebermos.


Autor: Beverly Trayner e outros, s/d (Revista S@ber +)
Participation in International Virtual Learning Communities: a social learning perspective (8 pags.; Inglês)

Autores: Beverly Trayner e outros

A promise of new web-based technologies is that they provide learning opportunities for people distributed across the globe but who can participate across time and space in the same virtual learning community. How do they do it? In this paper we report on some of the experiences of a virtual learning community which has members from twenty-five countries across different time-zones and who communicate in English. Through a communities of practice perspective we focus on the social nature of learning and describe some of the challenges and design issues raised in this community as it explores and develops practices for learning in an international online environment. While our focus is on social practices, and on developing an identity of participation in relation to those practices, we also make some wishes for web-based technologies that would better support these practices in an international virtual learning community.


Autor: Beverly Trayner e outros, s/d (CIARIS)
Innovative forms of knowledge production: transdisciplinarity and knowledge alliances (12 pags.; Inglês)

Autores: Andreas Novy e outros

(conclusão) Knowledge alliances operationalize the transdisciplinary methodology, offer a specific form of the democratic governance of knowledge and demonstrate that they can produce scientific as well as policy and action-relevant knowledge. In this chapter, we demonstrated their potential for social innovations in the field of social cohesion. They innovate the relationship between science and society and foster the democratization of knowledge, as practitioners an citizens engage in the decision making about research topics, voice their opinion, share their experiences and engage in mutual learning exercises. By including the knowledge and expertise of a broad variety of stakeholders, knowledge alliances not only bridge the gaps between different policy fields and disciplines and enable valuable research; the development of such alliances itself is a practical social innovation which contributes to more cooperative, sustainable and convivial places and research environments.


Autor: Andreas Novy e outros, 2013 (The international handbook on social innovation, Moulaert Print)
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