| Título/Sinopse/Autor | Visualizar |
|---|---|
| Websites” de interesse - temáticas: ‘animação territorial’; ‘planeamento e avaliação de processos’; ‘mobilização e participação cidadã; ‘organizações aprendentes’; ‘inovação social’ NACIONAL Associação In-Loco - http://www.in-loco.pt/ (entidade com longo percurso na implementação local de dinâmicas e projetos de desenvolvimento comunitário; mais recentemente é impulsionadora de vários processos de Orçamento Participativo, por via da concretização de metodologias próprias de participação cidadã e de mecanismos de consultadoria aos Municípios portugueses nessa consubstanciação). ADC Moura/ Associação para o Desenvolvimento do Concelho de Moura -https://www.adcmoura.pt (visa contribuir para o desenvolvimento sustentável do concelho de Moura e de outras zonas da região Alentejo, promovendo e realizando um conjunto vasto de iniciativas em variadas áreas. Das suas múltiplas iniciativas faz-se destaque ao Projeto "Serões da Aldeia" e ao Projeto “RAIL - empreender em Moura e nos territórios rurais”). Grupo de Solidariedade Social, Desportivo, Cultural e Recreativo de Miro - http://www.gssdcrmiro.pt/ (enquanto entidade sem fins lucrativos promove um variado número de atividades na ótica da inclusão social e do desenvolvimento local, onde se destacam as realizadas na esfera da prática desportiva. Fomenta, em termos de estrutura organizacional, a incubação de algumas atividades/ iniciativas, e por essa via lança as bases da sua progressiva autonomização funcional/ jurídica). Cooperativa Integral Minga - http://mingamontemor.pt/ (promove práticas de sustentabilidade económica, ambiental, cultural e social, através de lógicas de proximidade de oferta diversificada de bens e serviços em Montemor-o-Novo, na base do espírito cooperativista, e numa perspetiva de ação integrada – inclusão de todos os elementos essenciais ao viver: produção, consumo, habitação, educação, alimentação, energias, saúde, etc.). INTERNACIONAL OMS/ Organização Mundial da Saúde - http://www.who.int/social_determinants/es/ (destaca-se a instituição, no seu seio, em 2005, da Comissão sobre Determinantes Sociais da Saúde – melhoria da equidade em saúde, reformando os sistemas de saúde e outros sistemas sociais; entende que a “questão” da saúde, antes de tudo, é uma questão de ‘política social’). Fórum LEED/Local Employment and Economic Development - http://www.oecd.org/leed-forum (criado no seio da OCDE, o Fórum visa facilitar a troca de experiências a nível internacional. Estão envolvidas entidades com intervenção no domínio do desenvolvimento local, da construção de parcerias para o emprego e o desenvolvimento, do empreendedorismo e do desenvolvimento de competências).
Autor: AGECTA - Agência para a Coesão Territorial, CRL; KAIRÓS - Cooperativa de Incubação de Iniciativas de Economia Solidária, CRL |
|
| Animação Territorial: Caminhos para a Inovação Social (98 pags.; Português) A consideração da coesão territorial como 3ª dimensão da política de coesão (União Europeia) pressupõe a mobilização de recursos e capacidades em torno de projetos partilhados de desenvolvimento (territorial), envolvendo ações complementares de iniciativa privada, associativa e pública. Mas em determinados contextos territoriais, tal pode não acontecer de forma “espontânea”, ou quando acontece nem sempre pode estar claro o sentido da ação local a empreender com vista à consumação de “territórios com projeto”. É então que o papel da Animação Territorial se pode tornar relevante, uma vez que visa, num território específico, alcançar: “apoiar e facilitar processos de autoconhecimento e de consciencialização dos prolemas e da necessidade do agir coletivo no encontrar das soluções a esses mesmos problemas”; “mediar e articular para a ação comum”; “gerar confiança”; “criar espaços de comunicação”; “facilitar a emergência da intencionalidade da ação”; “identificar e mobilizar recursos”; “catalizar a ação”; etc.. (http://www.ces.uc.pt/projectos/pis/?page_id=129) Autor: Gabinete de Gestão EQUAL, 2008 (Rede Temática Anim@Te - “Animação para o Desenvolvimento Territorial”) |
![]() |
| Inovação e Desenvolvimento Rural (55 pags.; Português) Segundo a OCDE, ocorre ‘inovação (social)’ “quando novos mecanismos e novas normas contribuem para consolidar e melhorar o bem-estar dos indivíduos, comunidades e territórios em termos de inclusão social, criação de emprego e qualidade de vida. A ‘inovação social’ procura assim responder a novas necessidades não satisfeitas pelo mercado podendo envolver aspetos de natureza conceptual, organizacional e relativos à relação entre comunidades e os respetivos territórios”. No âmbito da LEADER, o conceito de ‘inovação’ é visto como um conceito-chave, sendo que usado na perspetiva do “apoiar ações inovadoras, demonstrativas e transferíveis ilustrando as novas vias que o desenvolvimento rural pode assumir”. No caso do Estudo em anexo a ‘inovação’ é entendida como “iniciativa dos atores locais que apresentam um novo elemento de resposta aos desafios específicos dos respetivos territórios”. Com base em 80 estudos de caso são analisadas as “condições” para a emergência de ‘inovação’ (em termos dos contextos, processos, protagonistas, etc.), bem como as diversas características de uma ação “inovadora” de desenvolvimento. (http://www.qca.pt/iniciativas/leader.as) Autor: Observatório Europeu LEADER, 1997 (Série "Os cadernos do observatório", n.º2) |
![]() |
| Programa Mínimo de Revitalização de Aldeia - "ASAS - Aldeias Sustentáveis e Activas" (28 pags.; Português) Não sendo necessariamente igual a ‘intervenção socioeconómica’ realizada em contextos rurais ou urbanos, não deixa, no entanto, de ser importante que a mesma possa ser encarada (pelos seus diferentes protagonistas/ atores locais e outros) segundo o compromisso geral pela “aplicação”, nos momentos da “intervenção”, de um conjunto de pressupostos estratégico-metodológicos (básicos), tais como: “participação das comunidades locais”; “mobilização de potencialidades e sustentabilidade das ações locais a empreender”; “recurso a facilitadores (de aldeia) como potenciadores do despoletar de processos de participação e reconhecimento do capital social local”; “que a transformação (local) só ocorre efetivamente quando o processo de desenvolvimento se torna multidimensional”. Autor: ANIMAR/ Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local, e outros, 2013 (Portugal) |
![]() |
| PROVE - Contributo para um processo territorial de proximidade (168 pags.; Português) O conceito de “circuitos comerciais curtos” apresenta-se, nos últimos anos, como um bom contributo para a sustentabilidade dos territórios (rurais, pesqueiros, etc.) através de uma “outra” lógica de comercialização dos produtos locais (de qualidade) Os ‘circuitos de comercialização de proximidade’ não são novos. No entanto, assumem hoje em dia novas dimensões e diversificam-se, em resultado da conjugação de uma multiplicidade de motivações por parte de consumidores e produtores. Num primeiro momento destacaram-se como “auxiliares dos pequenos agricultores para escoamento dos seus produtos agrícolas diretamente aos consumidores, decorrendo desta transação um benefício para ambos os intervenientes”; e mais recentemente, na esfera da pequena pesca, também denominada vulgarmente de “pesca artesanal”. Em ambos associa-se uma proximidade geográfica (concelho de produção e concelhos limítrofes) e relacional entre produtores e consumidores e um modo de comercialização dos produtos que se efetua por venda direta do produtor ao consumidor ou por venda indireta através de um único intermediário. Autor: ADREPES, 2009 (Portugal) |
![]() |
| (Introdução) - Princípios Estratégicos e Funções Cíclicas da intervenção local no combate à exclusão (6 pags.; Português) Não existe uma estratégia nem uma metodologia universalista válida para combater a ‘exclusão social’, mas no quadro do Programa STEP/ OIT, foram encontrados um conjunto de resultados positivos, especialmente nas ‘ações locais’, aquando da utilização (conjugada) de estratégias centradas nos princípios da: “integralidade”; “parceria”; “participação”; “aproximação territorial”. Significa assim que, no sentido da intervenção local de luta contra a exclusão social, aqueles 4 princípios devem ser aplicados, ainda que adaptados ao contexto e às condições concretas de cada território, numa estreita articulação entre si e em consonância com as 5 ‘funções cíclicas’ comumente integrantes dos projetos de ação de luta contra a exclusão – “diagnóstico”; “planificação”; “acompanhamento”; “avaliação contínua”; “retroalimentação”. Autor: CIARIS - OIT, 2000 (STEP - Programa Estratégias e Técnicas Contra a Exclusão Social e a Pobreza) |
![]() |
| Linking Social Protection, Employment and Local Development to the Fight Against Poverty and Social Exclusion: Guidelines (44 pags.; Inglês) O Living Document produzido no quando da ILO, sob a coordenação do Prof. José Manuel Henriques, avança com a apresentação de 7 “guidelines”, a ter em conta, em particular, pelas diversas organizações da economia social e solidária nas suas estratégias e práticas socioinstitucionais no combate à pobreza e exclusão social (não se configuram numa hierarquia pré-definida, pelo que devendo-se respeitar a oportunidade de um seu uso conjugado) (nota: tradução livre): “construir parcerias locais para a proteção social e o emprego como novas formas de governança na luta contra a pobreza e a exclusão social”; “desenvolver abordagens de planeamento adequadas”; “diminuir a dependência do mercado no atender de necessidades promovendo o ‘valor de uso’ na criação de riqueza”; “construir ‘caminhos para o emprego’ como projetos de inclusão pessoal e coletiva”; “estimular o ‘empreendedorismo inclusivo’ para a criação de empregos adicionais”; “reforçar a ‘densidade económica’ para o desenvolvimento local”; “criar condições para o desenvolvimento de competências específicas e genéricas”. Autor: José Manuel Henriques, 2008 (ILO - International Labour Office) |
![]() |
| LUDA PROJECT - Improving the Quality of Life in Large Urban Distressed Areas (31 pags.; Inglês) em desenvolvimento (...) Autor: União Europeia, s/d (programme Energy, Environment and Sustainable Development) |
![]() |
| Animação Territorial (25 min; Português) Os protagonistas e os projetos desencadeados no âmbito do Projeto Anim@Te – Animação para o Desenvolvimento Territorial – ajudam a clarificar, pelos exemplos práticos relatados, como foi possível, no seu contexto, através da realização de diversos processos de “animação territorial”, desencadeados por um conjunto de atores, quer em zonas rurais quer urbanas, conceber e testar no terreno soluções inovadoras que, contrariando a não emergência de iniciativa e organização na ação local para o “desenvolvimento”, levassem à materialização, por exemplo, da ‘cooperação e articulação interinstitucional de proximidade’, ‘mobilização e ativação de competências e saberes múltiplos’, ‘integração económica e social’ e da ‘capacitação individual, organizacional e comunitária’. As experiências reunidas neste Vídeo são demonstrativas do papel e da importância que a Animação Territorial pode ter, pelos seus evidentes resultados, na ativação de estratégias e iniciativas para o “desenvolvimento” dos territórios. http://www.ces.uc.pt/projectos/pis/?page_id=129 Autor: Rede Temática “Animação Territorial” da Iniciativa Comunitária EQUAL (Projeto Anim@Te - Portugal) |
![]() |
| 1º Curso de Formação Agentes de Coesão (15 min; Português) A relevância do Vídeo assenta no modelo da proposta formativa conferida ao Curso de Agentes de Coesão, encarando-o como um processo construtivista e participado entre facilitadores, formandos e dirigentes autárquicos. Desenvolvido em contínuo ao longo de meio ano, o processo em destaque no Vídeo permite-nos o contacto com os testemunhos dos seus vários participantes que se vão expressando segundo a lógica subjacente à necessidade do aparecimento (na Região Autónoma dos Açores) de um perfil de competências – genéricas, centrais e organizacionais - centrais às funções de ‘animação e governança territorial’ e ‘inovação social’, o qual poderá vir a estar associado à emergência de uma nova “categoria profissional” - Agente de Coesão. Autor: AGECTA/ Agência para a Coesão Territorial, CRL (Açores) |
![]() |
| The Rural Women Solar Engineers of África (10 min; Português) O Vídeo revela a importância atual conferida às teorias da ‘aprendizagem pela experiência’ – processo de transformação das experiências em aprendizagem e por essa via aquisição de conhecimentos (tecnológicos) e respetiva integração pessoal (e social) dos mesmos e suas possibilidades de uso em contextos situados (p. ex. em comunidades económica e socialmente empobrecidas). Clarifica a importância do papel das mulheres enquanto agentes catalisadores de processos comunitários de transformação e desenvolvimento social local. Estas, por via das suas aprendizagens não-formais, são assim capazes de se tornarem - ‘especialistas’ (“engenheiras solares”). A iniciativa em destaque converge para a demonstração empírica da “aprendizagem como desenvolvimento para um propósito e o enfoque na experiência para o desenvolvimento da aprendizagem”, ao mesmo tempo que ainda nos ajuda a entender a valorização dos 3 tipos de aprendizagens reconhecidas ao longo da vida – ‘formais’/ ‘não formais’/ ‘informais’. https://www.barefootcollege.org/ Autor: Barefoot College (Índia) |
![]() |
| O que é a Animação Territorial (3 min; Português) O Vídeo confere destaque à “Animação Territorial” enquanto processo dinâmico de intervenção que pressupõe uma atitude reflexiva baseada numa problemática e/ou que pretende responder a um conjunto de aspetos específicos contextualizados num território (num tempo e num espaço específico, determinando as problemáticas e as soluções para os problemas, facilitando a emergência de iniciativa local). Clarifica a importância de se pré-criar (ou consolidar) as condições para que exista a capacidade de iniciativa e organização (agency) das comunidades locais, já que esta não surge de forma espontânea. O Vídeo, a partir dos diferentes testemunhos dos seus participantes, focaliza o propósito basilar da Animação Territorial no sentido do estímulo à capacidade de iniciativa e mobilização coletiva das pessoas e comunidades no desenvolvimento integrado dos respetivos territórios. http://www.ces.uc.pt/projectos/pis/?page_id=129 Autor: Rede Temática “Animação Territorial” da Iniciativa Comunitária EQUAL (Projeto Anim@Te - Portugal) |
![]() |
| Aldeia de Linhares – uma aldeia resiliente (10 min; Português) O reconhecimento da diversidade espacial e da especificidade local das manifestações dos problemas contemporâneos, como por exemplo o desemprego, concorre para a perceção da inevitabilidade da ação territorial na sua resposta, encontrando (no e a partir do território) as soluções mais apropriadas à sua resolução. Este tipo de processos comunitários que procuram alavancar as potencialidades e os recursos existentes para por via da construção intencional da ação coletiva buscar-se a eficiência económica e a coesão social local, encontra expressão na noção de ‘resiliência (transformadora) de base territorial’. No Vídeo em destaque, a comunidade de Linhares, por via da ação liderante da sua Junta de Freguesia, evidência a força do agir de forma proactiva e em cooperação na ativação de todas as suas habilidades, capacidades e recursos, para a mudança do seu próprio destino, reescrevendo-o, passando de uma freguesia empobrecida, humanamente desertificada e politicamente abandonada, para uma "aldeia com futuro": reforçada nos seus laços de vizinhança e de solidariedade intergeracional e de identidade territorial; produzindo para o auto consumo, bem como gerando localmente oportunidades de criação de rendimentos futuros pelo trabalho comunitário; reorganizando os serviços públicos tendo em vista a satisfação das necessidades não solventes. Autor: Estação de Televisão SIC (Portugal) |
![]() |